Sobre Testadores de Gaveta

#somosTodosMarceneiros hahaha

eu quero ver a gaveta abrir e fechar sozinha e ainda me contar porque ela não fechou, por favor !

Josenildo Amorim

@josenildoamorim disse em Sobre Testadores de Gaveta:

#somosTodosMarceneiros hahaha

eu quero ver a gaveta abrir e fechar sozinha e ainda me contar porque ela não fechou, por favor !

#somoTodosMarceneiros… Melhor hashtag …aeuhaueuaeaeu

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Que metáfora mais contra produtiva e que não acrescenta em nada para o nosso campo.

O que eu diria é que, em projetos difíceis, é cada vez mais importante fazer excelente uso de ferramentas em testes. Isto não tem nada a ver com a quantidade ou proporção. Tem tudo a ver com a compreensão do que ferramentas podem fazer, e o que somente os seres humanos podem fazer, e como testar algo assim.

Você pode apontar para qualquer coisa que você escreveu sobre teste de software que mostra que você fez um estudo sério dele? Que novas ideias que você propôs? Vejo você falar muito em termos vagos e abrangentes sobre o teste, mas nada que me sugere ter passado um tempo realmente significativo contemplando o teste , e quais habilidades são necessárias para fazê-lo bem, além de dizer é claro que “Testadores devem saber programar”. Este é o núcleo da minha preocupação com o que você diz em seu blog. Porque se você não estudar o teste como um processo inteligente, em primeiro lugar, as suas ideias sobre ferramentas de teste são todos construídos em cima de um pântano.

Você acha que a ferramenta é a resposta para tudo. O que não me causa surpresa vindo de um programador.
A sua menção ironizando sobre “O cérebro é minha melhor ferramenta”. Não sei o seu, mas o meu cérebro está constantemente ligado durante o teste. Mostre-me alguém que o cérebro não está envolvido, e eu vou lhe mostrar um pobre testador ou fazendo uso da sua metáfora “Um verdadeiro testador de gaveta. ”

Para automatizar totalmente a atividade de teste nos obrigaria a encontrar uma versão alternativa, do que a atividade que resolveu os mesmos problemas e que não tinha elemento humano nele. Se você acha que sabe onde isso foi feito, por favor me diga sobre ele.

O que você fala contrasta com o teste de estilo de fábrica, que conta com ferramentas e textos em vez de pessoas. Na escola de Fábrica de pensamento de testes, não deve se importar quem faz o trabalho, já que as pessoas são intercambiáveis. A responsabilidade não é um manto sobre os ombros de qualquer um nesse mundo, mas sim uma espécie de fumaça que se procura evitar respirar demais.

A Escola de Fábrica de Teste é uma comunidade que onde as pessoas acreditam que os benefícios de testes é eliminar o elemento humano, tanto quanto possível. Eles querem mecanizar testes, e para condicionar os seres humanos dentro dele para se ver como máquinas e imitar máquinas, tanto quanto possível. É uma ideia que tem uma série de vantagens, porém, com uma ressalva importante “a que fazer um bom teste de software se torna impossível”, por não deixar espaço no processo de habilidades e pensamentos.

Algumas pessoas como você não se limitam apenas a discordar de mim, eles aparentemente não compreendem o que estou dizendo. Isso é algum tipo de dissonância cognitiva grave, quando a única maneira que vocês podem processar o que estou dizendo é declarar: nada disso é importante, que tudo era apenas um sonho.
Claro, eu não acho que isto é um problema de inteligência. Eu acho que isto é um problema de falta de esforço de usar a inteligência.

De qualquer forma, na mais recente tentativa de explicar as sutilezas vitais de testes, Michael Bolton foi muito feliz em demostrar isso. Talvez isto o ajude. Ele fez uma distinção entre os ensaios de teste e a verificação.
Muito do que as pessoas chamam de teste é, na verdade mera verificação. Mas mesmo a verificação exige testes de inteligência para projetar e fazer bem. Aqui estão os posts do Bolton sobre o assunto:

http://www.developsense.com/2009/08/testing-vs-checking.html
http://www.developsense.com/2009/09/transpection-and-three-elements-of.html
http://www.developsense.com/2009/09/pass-vs-fail-vs-is-there-problem-here.html
http://www.developsense.com/2009/09/elements-of-testing-and-checking.html

Agora você pode ver uma diferença entre os testes e verificação automatizada, por exemplo: testes automatizados significa testes apoiados por ferramentas; verificação automatizada significa operações específicas, observações e verificações que são realizados inteiramente com ferramentas. Testes automatizados podem incluir verificação automatizada como um componente, no entanto automatizar verificação não inclui testes.

Fazendo esta distinção é exatamente como distinguir entre um programador e um compilador. Não falamos de um compilador “que escreve um programa” em linguagem JAVA quando ele compila o código C ++. Nós não pensamos que podemos disparar os programadores porque o compilador fornece “programação automatizada.” A mesma coisa vale para o teste. Ou isso faz explodir a sua mente?

Tester

Sobre o ponto que comparastes acerca de Testadores de Gaveta, acredito que a necessidade de renovação processual nos obriga à análise das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições. Ainda assim, existem dúvidas a respeito de como a percepção das dificuldades cumpre um papel essencial na formulação das diretrizes de desenvolvimento para o futuro. Todavia, a contínua expansão de nossa atividade aponta para a melhoria do impacto na agilidade decisória.

Assim mesmo, a estrutura atual da organização não pode mais se dissociar de todos os recursos funcionais envolvidos. Do mesmo modo, a expansão dos mercados mundiais oferece uma interessante oportunidade para verificação das novas proposições. Por outro lado, o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação afeta positivamente a correta previsão dos níveis de motivação departamental. O incentivo ao avanço tecnológico, assim como o julgamento imparcial das eventualidades auxilia a preparação e a composição dos relacionamentos verticais entre as hierarquias. Neste sentido, o novo modelo estrutural aqui preconizado talvez venha a ressaltar a relatividade da gestão inovadora da qual fazemos parte.

É importante questionar o quanto a consolidação das estruturas obstaculiza a apreciação da importância dos índices pretendidos. A prática cotidiana prova que a mobilidade dos capitais internacionais apresenta tendências no sentido de aprovar a manutenção das formas de ação. Não obstante, o desafiador cenário globalizado pode nos levar a considerar a reestruturação do investimento em reciclagem técnica. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se o início da atividade geral de formação de atitudes representa uma abertura para a melhoria do sistema de formação de quadros que corresponde às necessidades.

Em resumo, esse pensamento do teste reflete no fato de que o fenômeno da Internet facilita a criação das diversas correntes de pensamento. Evidentemente, a hegemonia do ambiente político prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes do processo de comunicação como um todo. Por conseguinte, a complexidade dos estudos efetuados promove a alavancagem das condições financeiras e administrativas exigidas.

Como Michael Bolton e James Bach diriam, a constante divulgação das informações estende o alcance e a importância das diversas correntes de pensamento. No mundo atual, o julgamento imparcial das eventualidades deve passar por modificações independentemente dos modos de operação convencionais. O que temos que ter sempre em mente é que a competitividade nas transações comerciais representa uma abertura para a melhoria das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições. É importante questionar o quanto o entendimento das metas propostas estimula a padronização dos relacionamentos verticais entre as hierarquias. As experiências acumuladas demonstram que a contínua expansão de nossa atividade talvez venha a ressaltar a relatividade do levantamento das variáveis envolvidas.

Não sei para que essa briga entre automático e manual quando temos um quadro que diz que há espaço para ambos…

Não existe uma briga entre “automaticos” e manuais…

Um profissional de teste deve saber o que fazer e quando fazer cada um.

O colega senhor da verdade, vulgo mario, acha que não… que profisisonal não precisa de ferramentas ou qualquer outra coisa além das capacidades cognitivas…

Não existe discussão quando a pessoa fala “Eu acho que isto é um problema de falta de esforço de usar a inteligência”

Ele se sentiu incomodado pelo texto e essa é a ídeia… mostrar o absurdo que ele vem espalhando na comunidade como se todos os profissionais, todos os times generalistas especialistas estão errrados, e só ele está certo.

:) eu não discuto com gente assim… faz mal pra saude ;)

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@Leonardo-Galani O que vc quer dizer com “generalistas especialistas”? me soa algo bem estranho nessa sua declaração.

Já falei inúmeras vezes nessa comunidade (apesar de você insistir n entender ou fingir n entender) que não tenho absolutamente nada contra usar “Ferramentas para auxiliar nos testes”, inclusive, costumo recorrer a elas com alguma frequência.

O meu problema aqui, e não é só o meu (James Bach, que vc tanto recorre quando quer falar de SBT, pena que vc parou só no SBT pelo jeito, Jerry Weinberg que foi um dos primeiros no mundo a trabalhar em uma equipe que se denominava Testadores (1958) e como vc pode perceber, tem mais de 50 anos de experiência com Teste de Software, Cem Kaner que dispensa comentários, Steve Jhonson entre outras pessoas muito relevantes), é a obsessão de pessoas como vc por ferramentas de automação, como se o teste se resumisse a uma ferramenta. Como se qualquer um que aprender a usar uma ferramenta de automação, saberia testar. Como se a principal habilidade que um testador precisa ter é saber programar, saber programar para que? adivinha, para usar ferramentas de automação que requer programação.

Se achas que estou falando absurdos, então vc está dizendo que todos esses que mencionei tb estão. Entre acreditar em vc que só sabe falar de ferramentas e eles que imergiram longos anos em Teste de Software, é acho prefiro confiar neles.

Ai algumas pessoas aqui vão dizer “Mas é claro que sabemos que ferramentas por si só não garantem a qualidade (é incrível como duas palavras dizem tanto sobre uma pessoa) precisamos fazer também “Testes Exploratórios”, só que precisamos usar ferramentas para economizar trabalho repetitivo…”

Ah sim, então porque toda vez que vc escreve ou abre a boca só fala de ferramentas? Pq não fala sobre Teste Exploratório então, já que vc sabe da sua importância. Quando foi a última vez que vc escreveu sobre isso? Mas não, ele continua falando de ferramentas, ferramentas… e quem vai aprender sobre teste então? Ferramentas tem abafado a conversa de teste sobre pensamento crítico e a complexidade de se testar as coisas.

Sou o dono da verdade? Nunca falei isso. Vc que sempre comenta com arrogância, está falando coisas falsas pra variar.

Se não tem muito argumentos para discutir, o que n me causa surpresa de algm que só fala de ferramenta. Problema seu.

Tester

Tá…chega…

@marioramos18 : Nós entendemos, tu quer mudar o mundo, e não concorda com o @Leonardo-Galani

@Leonardo-Galani : Nós entendemos, tu não quer mudar o mundo e também não concorda com o @marioramos18

Agora se for para pegar um “post” de brincadeira e ficar enchendo o saco, façam entre vcs dois…

paro

@marioramos18 cara. além de grosseiro e mal educado, você não enxerga cenário maior que está a sua frente.
Eu não crio deuses… pessoas fazem coisas legais ( SBT ) e depois fazem merda… a vida segue… eles tem que fazer dinheiro… idiota é quem compra 100% a ideia deles.

BTW… essa a 3…4 vez que você insulta pessoas que frequentam esse fórum só pq elas pensam diferente de vc.

Se você é tão contra o ágil e que sua forma de pensar e testar é tão melhor e brilhante, este aqui não é o seu lugar.

Você está banido por tempo indeterminado.

Se tiver alguma coisa para falar, trata comigo direto.

Desculpa @Ramses-Saccol-de-Almeida … topico trancado novamente.

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